quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O outro e verdadeiro eu


Nem sou tão diferente quanto imaginas

Das coisas e pessoas que repudio

Sentimentos e coisas escondidas

Uma sensação estranha de frio

 

Acredite

Não apenas as qualidades transparecem

Meus defeitos são óbvios, talvez fúteis

Visíveis nessa linha tênue

Que compõe a minha face

 

De certa forma

Não possuo tanta maturidade ainda, para dizer que sou diferente

Tenho apenas alguns lampejos de genialidade.

Um certa pitada agressiva de egoísmo me segue, me acompanha

 

Hoje parei pra pensar...

sábado, 3 de novembro de 2012

Jogo de sombras

Sombras de ontem
Projetada no chão
Tão proxímos a você
Distante de qualquer razão

Retratos espalhados
Fragmentos felizes
Lembranças marcantes
Que da mesma forma que vem, se vão

Pensamentos confusos
Um milhão de dúvidas, milhares de opiniões
Nenhuma certeza

Sombras de ontem
Ainda estão pelo chão
Projetadas no meu futuro

Um sonho- um poema das antigas


Minha mente parece querer

Trair meu coração

Pois luto pra realmente esquecer

O que eu queria

 

Após várias noites sem pensar você

Um sonho lhe traz de volta

Parece um momento mágico

Mas com o chegar do dia ele acaba

 

Imagino se você já tivesse sentido

Sensação parecida

Com a que eu sinto

 

Não sei  mais o que pensar

O que fazer, o que falar

Simplesmente com você continuo a sonhar

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Outro porto, outra história


Frio na barriga
Pensamentos confusos
Em uma maré que demora a passar
 

Por qualquer besteira
Perdemos valiosos segundos
Que não irão mais regressar

 

Não quero outro porto
Muito menos outra historia
O que eu quero você sabe de cor

 

O coração ainda pulsa acelerado
A cada minuto que está com você
E não importa o que faça
Só tenho duas palavras que eu quero te dizer
.....

sábado, 13 de outubro de 2012

Curto circuito

Não desligo minha mente
Elétrica fica vagando em curto circuito
Trazendo sempre as mesmas imagens

Mesmas palavras e  outras que não param de chegar

Perplexo anestesiado
Sem sentido
Com as coisas que acontecem comigo
Que tento não pensar e não consigo


E as letras se sobrecarregam
Em meio ao papel

Um milhão de sensações que caíram do céu
Me devolvendo um pouco da minha paz

Agonia

Um poema antigo que peguei pra ler e resolvi postá-lo aqui agora


Os dias vão passando lentamente
Como na vagareza de uma tartaruga
Mas sempre em sempre
Até
um certo momento chegar

E de repente o momento chega novamente.
Como uma criança peço carinho atenção.
Desolado no meu cantinho querendo amar

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Volta

Estou de volta
Ao lugar onde passei horas
Viajando em meus pensamentos
Escrevendo sonhos, lamentos e fantasias

Retorno agora
Ao meu canto
A esse lugar só meu
Repleto de recordações

Regresso a esse cantinho
Que deixei um pouco de lado pelo caminho
Mas que senti muita vontade de voltar

Aqui me sinto seguro
Protegido pra pensar
Sem deixar de ser livre para voar