quinta-feira, 22 de abril de 2010

O sentinela

Fito as terras longínquas
Nos dias sem amanhã
Na linha do horizonte o sol some
Lembrando que o tempo está se esgotando

Muitos já estiveram aqui em meu lugar
Tantos outros já partiram
Mas tenho uma missão
Que tenho de seguir cumprindo

Dias quentes, noites frias
Uma tradição milenar que pertenço
Que seguirei protegendo

As minhas costas o portão da vida
Trancado a milénios por uma força antiga
Nas ruínas de uma história mal escrita

Nenhum comentário:

Postar um comentário